23 de novembro de 2017 Marketing BRQ

Come as You Are – Bruno Rocha Murray

Conheça a história de Bruno Rocha Murray, profissional da BRQ no Rio de Janeiro, que também é montanhista.

Qual sua função e há quanto tempo você faz parte do time da BRQ?
Estou há 4 anos na empresa e presto suporte técnico a um cliente da BRQ.

Pode nos contar um pouco sobre o que é o montanhismo, como você começou a praticá-lo?
Comecei há 3 anos e nunca mais parei! A pratica do montanhismo te oferece a oportunidade única de entrar em contato direto com a natureza, de respirar o ar puro das árvores, apreciar as paisagens e a fauna, ou mesmo dormir debaixo de um céu estrelado. Tudo isso são experiências muito marcantes.
O montanhismo é muito confundido com escalada, por que frequentemente recorremos a algumas técnicas da atividade. A escalada é uma das disciplinas base do montanhismo, assim com a marcha, esqui ou campismo de montanha. Faço mais o trekking que consiste em fazer caminhadas e trilhas por montanhas.

Quais seus lugares favoritos para praticar a atividade no Brasil?
Meu lugar favorito é o Pico da Bandeira que fica entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, é o terceiro mais alto do Brasil e o mais acessível. O destaque deste lugar é assistir ao nascer do sol.

Quais foram os lugares que você visitou que mais te marcaram?
Todos os lugares (risos)! O Brasil é lindo por natureza, cada local tem sua beleza específica.
Meus preferidos foram Jalapão no Tocantins, que é considerado um deserto com várias cachoeiras lindas e o Parque da Chapada das Mesas no Maranhão, onde existe um parque ecológico. Chapada dos Veadeiros, em Goiás, tem
cachoeiras com fácil acesso e trilhas bem simples. Ilhabela, em São Paulo, também tem várias opções como o Pico do Baepi e Trilha no Bonete, com cachoeiras no caminho e praias bem selvagens onde não há energia elétrica, como a Praia dos Castelhanos, onde você mergulha com tartarugas. Além é claro de Bonito, que como o próprio nome diz, é lindo.

Qual foi a maior montanha que você já percorreu?
A maior foi a travessia de 30 km pelas montanhas de Petrópolis a Teresópolis em dois dias. Em breve também vou fazer a da Serra Fina, divisa de Minas Gerais e São Paulo, que é considerada a mais difícil do Brasil pela dificuldade de acesso a água, frio e desnível.
Esse ano, a Pedra da Mina que é o ponto mais alto da Serra Fina, atingiu a temperatura de -11º.

O que esse contato com a natureza representa para você?
Essa atividade representa para mim recarga de energia após uma semana pesada, além de paz e saúde. Fazendo montanhismo também conheci minha noiva e agora praticamos as atividades juntos.

Qual foi o maior “perrengue” que você já viveu nessas aventuras?
A pratica do montanhismo ou “trekking” sempre tem que ser bem planejada e de preferência com o auxílio de guias e equipamentos. De todo modo, sempre se passa alguma dificuldade no começo, quando não temos o conhecimento e equipamento adequado. Uma vez eu estava no Pico da Bandeira, por exemplo, e a mochila cargueira não era apropriada, a barraca não suportava o frio, entre outros problemas.
Também fiz um curso de sobrevivência e resgate em montanha e nesse sim passei um perrengue mesmo (risos), fiquei três dias sem água e comida, molhado e com frio e ainda levei a minha noiva junto comigo.

Quais lugares você tem vontade de ir mas ainda não teve a oportunidade?
Ano que vem quero fazer uma montanha acima de seis mil metros. Conheci recentemente o Maximo Kausch, ele é o recordista mundial de montanhas de seis mil metros e tem a empresa “Gente de Montanha” que prepara montanhistas para conseguir alcançar essas alturas.

Você pode participar de um evento com trilha organizado por Bruno.
Bruno organiza encontros em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais para promover o contato com a natureza. Há opções com pacotes de viagem contendo hospedagem, transporte e passeios.

Para saber mais, fale com ele no e-mail brunomurray@brq.com.

 

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