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	<title>BRQ IT Services.&#187; BRQ IT Services &#8211; Knowledge, Expertise, Results</title>
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		<title>Vertical governo responde por 10% da receita da BRQ</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A BRQ IT Services comemora o resultado atingido com a vertical governo. A companhia ampliou o faturamento da área em R$ 3,7 milhões ao fechar três acordos com o governo. Entre os contratos que a empresa conquistou está a licitação de R$ 1,4 milhão da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que envolve contratação de serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ IT Services</a></strong> comemora o resultado atingido com a vertical governo. A companhia ampliou o faturamento da área em R$ 3,7 milhões ao fechar três acordos com o governo. Entre os contratos que a empresa conquistou está a licitação de R$ 1,4 milhão da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que envolve contratação de <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços</a></strong> especializados.</p>
<p>O projeto com a ANP teve início em janeiro e a provedora tem 12 <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">funcionários</a></strong> envolvido nos trabalhos. Além desta conta, a BRQ conquistou o BNB e Furnas que, juntos, somam R$ 2,3 milhões.</p>
<p>No total, a vertical <strong><a title="Clientes - Governo" href="http://www.brq.com/clientes/clientes-governo">governo</a></strong> já responde por 10% do faturamento da empresa. Antes desses contratos recentes, a empresa já prestava serviços para Apex, Banco do Brasil e Secretaria de Gestão Administrativa do Acre.</p>
<p>Em 2009, o faturamento da empresa foi de R$ 200 milhões.</p>
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		<title>À procura de um conselho de administração</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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Requisitos básicos para a vaga: ter experiência administrativa e boa formação acadêmica. É desejável ter bons conhecimentos em finanças. E básico ter disposição para olhar balanços com lupa e vontade de contestar os colegas sempre que necessário nas reuniões. A contratante é uma empresa em franca expansão, com grandes ambições. Entre elas a de receber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="mailto:lfeltrin@brasileconomico.com.br"></a></p>
<div id="attachment_1375" class="wp-caption alignleft" style="width: 129px"><img class="size-thumbnail wp-image-1375" title="Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Brasil-Economico_02-03-10_3-119x150.jpg" alt="Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" width="119" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10</p></div>
<p>Requisitos básicos para a <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">vaga</a></strong>: ter experiência administrativa e boa formação acadêmica. É desejável ter bons conhecimentos em finanças. E básico ter disposição para olhar balanços com lupa e vontade de contestar os colegas sempre que necessário nas reuniões. A contratante é uma empresa em franca expansão, com grandes ambições. Entre elas a de receber aporte de um fundo de <em>private equity</em> ou de um banco de fomento. Abrir capital e vender ações na Bovespa pode ser uma alternativa.</p>
<p>O trecho acima bem que poderia ser extraído de um anúncio para contratar um conselheiro. O movimento é cada vez mais comum em tempos de crescente envolvimento de pequenas e médias companhias em fusões e aquisições. &#8220;Desde o meio do ano passado empresas com essas características estão em busca de conselheiros que possam ajudá-las a avaliar melhor seus riscos para sair em busca de investidores de uma forma mais certeira e racional&#8221;, afirma Lia Roston, sócia do Rayes, Fagundes e Oliveira Ramos.</p>
<p>Ao contrário de muitas companhias que abriram capital recentemente, o perfil do conselheiro desejado por essas empresas não inclui figurões ou executivos que já compuseram os quadros da administração central, explica Luiz Marcatti, sócio da empresa de consultoria Mesa. &#8220;Alguém assim até pode ser um bom abridor de portas pela sua influência. Mas o que as empresas nesse estágio procuram de verdade são executivos dispostos a colocar a mão na massa, participar das decisões estratégicas e que já tenham vivenciado a experiência pela qual a companhia quer passar em breve&#8221;, diz.</p>
<p>Acostumado a selecionar conselheiros, o especialista lembra que à demanda por executivos qualificados e acostumados a decisões importantes somam-se outras, como a empatia com o contratante. &#8220;É preciso dar liga. Já vivi casos em que gente altamente técnica, que veio de multinacional, e não conseguiu se adaptar às necessidades de uma empresa de origem familiar&#8221;, lembra.</p>
<p>Um interlocutor externo qualificado que também tivesse o jogo de cintura necessário para entender os anseios de uma empresa com a governança corporativa em plena construção era o ponto de equilíbrio buscado pela Alog, que atua com data centers, quando convidou Renato Chaves para atuar como seu conselheiro independente. Habituado à rotina não raro protocolar de assembléias e conselhos de grandes empresas experiência acumulada por sua passagem como diretor de participações da Previ Chaves vive hoje algo bem distinto. &#8220;Uma das vantagens do trabalho em um conselho de empresa menor é que há uma proximidade muito maior entre seus componentes que, conhecendo bem o dia a dia, podem se envolver muito mais com as decisões estratégicas.&#8221;</p>
<p>Outra preocupação que empresas que querem abrir capital têm para montar um conselho de administração é demonstrar maturidade a futuros investidores. &#8220;Não adianta montar um conselho só para cumprir tabela, apenas porque esse é um requisito a ser cumprido porque o mercado exige&#8221;, acredita um dos sócios da AeC, Cássio Rocha de Azevedo.</p>
<p>A empresa, que atua com <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">tecnologia da informação</a></strong> nas pontas de consultoria, licenciamento de softwares e serviços de telemarketing, deve contratar dois conselheiros independentes até o final do ano.</p>
<p>Já para a fornecedora de serviços de tecnologia da informação <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong>, cujo único conselheiro externo até agora é o BNDES, a procura por novos membros independentes envolve outro dilema. &#8220;Buscamos um misto de entendimento do setor, com conhecimento dos desafios da legislação trabalhista, e que tenha bom trânsito no <strong><a title="Clientes - Governo" href="http://www.brq.com/clientes/clientes-governo">governo</a></strong> para mostrar que o segmento é um grande empregador&#8221;, aponta o presidente da empresa, Benjamin Quadros.</p>
<h4>Novo cenário amplia desafios para empresas abertas</h4>
<div id="attachment_1376" class="wp-caption alignleft" style="width: 115px"><img class="size-thumbnail wp-image-1376" title="Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Brasil-Economico_02-03-10_4-105x150.jpg" alt="Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" width="105" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria À procura de um conselho de administração publicada em Brasil Econômico em 02-03-10</p></div>
<p>O chá das cinco nunca mais será o mesmo. Talvez vire exclusividade dos imortais da Academia Brasileira de Letras. Com a mesa dos conselhos de administração repleta de novos temas, essa mordomia deve perder espaço. O mercado de capitais vem se desenvolvendo rapidamente desde o início da década passada. Com a maior participação de investidores de varejo, a base acionária das companhias está mais diversificada e dispersa. Isso trouxe à tona assuntos que antes estavam fora da agenda das companhias de capital aberto, como a possibilidade da troca de controle por meio de ofertas hostis.</p>
<p>Se para as empresas com um bloco de controle bem definido uma oferta de compra por uma concorrente é apenas uma transação convencional, para as companhias com controle difuso pode ser tornar um autêntico jogo de xadrez&#8221;, diz Rodrigo Ferreira Figueiredo, sócio do Mattos Filho.</p>
<p>O especialista explica que conselhos de empresas com essas características têm duas funções básicas a cumprir nesses casos. A primeira é detalhar a todos os acionistas como seria a operação. A segunda função é zelar para que a oferta seja a melhor para todos: empresa e acionistas.</p>
<p>A situação, porém, é bem mais complexa do que parece. Afinal, em empresas sem controlador, o conselho assume funções típicas dos administradores. &#8220;Uma coisa é a empresa planejar uma aquisição ou mesmo sua venda para um concorrente de dentro para fora. Mas o que temos visto é que, em empresas com controle difuso, deve ser cada vez mais comum que as ofertas venham de fora para dentro. Esse tipo de situação obrigará o conselho a tomar decisões muitas vezes inesperadas sobre o futuro da companhia. O preparo para essa função terá de ser cada vez maior&#8221;, adverte César Amendolara, sócio do Velloza, Girotto e Lindenbojm.</p>
<p>Além de colocar em xeque a capacidade dos conselhos acerca de ofertas hostis de troca de controle, alguns conflitos de interesse são inevitáveis durante esse percurso. Entre eles está o da dissolução do conselho com a possível troca de controle acionário. &#8220;Será um teste para os conselheiros, que terão de entender que não representam um grupo específico e seus próprios interesses, mas o que é melhor para a continuidade da companhia&#8221;, prevê Edmar Facco, sócio da Deloitte. Com um mercado de capitais mais sofisticado a partir da estabilidade econômica, conquista dos anos 1990, a tendência é que os conselhos de empresas brasileiras passem a ser mais acionados quando algo der errado. O capítulo derivativos, que levou o conselho da Sadia a sofrer um processo ainda em andamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), parece ter sido apenas o primeiro de um movimento que veio para ficar. &#8220;Os conselheiros têm de entender que são os guardiões dos riscos tomados pelas empresas&#8221;, afirma Luis Alberto de Paiva, presidente da Corporate Finance. &#8220;Dessa forma, também podem ser responsabilizados por erros estratégicos tomados por ela&#8221;.</p>
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		<title>Capacitar pessoas para crescer</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 16:37:49 +0000</pubDate>
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Benjamin Quadros, presidente da BRQ, empresa voltada principalmente para o desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, conta hoje com um time de aproximadamente 2 mil profissionais. Porém, para formar essa equipe, foi necessário contornar um problema comum no setor da tecnologia da informação (TI): a escassez de mão de obra.
A BRQ tem convivido com [...]]]></description>
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<div id="attachment_1370" class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><img class="size-thumbnail wp-image-1370" title="Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Brasil-Economico_02-03-10-115x150.jpg" alt="Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" width="115" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10</p></div>
<p>Benjamin Quadros, presidente da BRQ, empresa voltada principalmente para o desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, conta hoje com um time de aproximadamente 2 mil profissionais. Porém, para formar essa equipe, foi necessário contornar um problema comum no setor da <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">tecnologia da informação</a></strong> (TI): a escassez de mão de obra.</p>
<p>A BRQ tem convivido com um déficit constante de 200 vagas. As contratações feitas não têm conseguido reduzir esse número. Não é uma situação rara entre seus pares. Segundo dados da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), o Brasil deve chegar a 2013 com uma carência de 200 mil <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">profissionais</a></strong> de TI. Há 17 anos, quando Quadros criou a empresa, esse problema não existia. Afinal, todas as funções do empreendimento eram exercidas por uma única pessoa: ele mesmo.</p>
<p>A empresa foi criada em 1993, quando o empresário tinha 24 anos, para prestar serviços ao Unibanco. Quadros deixou para trás uma promissora carreira em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a IBM, onde trabalhou por três anos. Sua opção por ter um empreendimento próprio se mostrou acertada. A BRQ conta hoje com dois escritórios no exterior, um em Nova York e outro em Madri, e deve ter seu capital aberto entre o final de 2011 e 2012. Em 2009, a empresa faturou R$ 200 milhões.</p>
<p>Até chegar ao patamar atual, Quadros precisou criar soluções para ver seu negócio crescer. Uma das principais foi fazer da <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong> uma empresa com forte foco em pessoas. &#8220;No nosso ramo, para ganhar escala é preciso ter gente&#8221;, diz. Essa percepção ficou mais clara para ele em meados do ano 2000, pouco antes da crise das chamadas empresas pontocom. Naquele momento, o setor de tecnologia passava por um crescimento vigoroso e a necessidade de voltar a gestão para a valorização e formação de profissionais ficou clara para Quadros. &#8220;Nossa matéria-prima é gente. O desafio está em como você treina e encontra gente nova e com potencial. Nosso esforço de capacitação aumenta a cada ano&#8221;, afirma.</p>
<div id="attachment_1371" class="wp-caption alignleft" style="width: 128px"><img class="size-thumbnail wp-image-1371" title="Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Brasil-Economico_02-03-10_2-118x150.jpg" alt="Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10" width="118" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matérias Capacitar pessoas para crescer publicada em Brasil Econômico em 02-03-10</p></div>
<p>Foi naquela época que Quadros teve a idéia de estimular a prática da indicação. Desde então, os funcionários que ajudam a BRQ a encontrar bons profissionais são premiados. &#8220;Quem é bom normalmente indica um amigo competente. É um processo muito eficiente&#8221; , diz. Outra estratégia foi investir cada vez mais em capacitação. &#8220;Formação é uma das partes principais do meu negócio. Há três anos, eu não tinha essa certeza. Esperava que o ambiente externo gerasse mão de obra para mim&#8221;, diz.</p>
<p>A empresa possui diversos programas de formação, que vão desde o treinamento de pessoas sem qualquer conhecimento até programa de entrada, como um estágio, com duração de aproximadamente cinco meses, além de <strong><a title="Parceiros" href="http://www.brq.com/parceiros/">parcerias</a></strong> com universidades. &#8220;Nos últimos três anos, formamos cerca de mil pessoas&#8221;, afirma.</p>
<p>Agora, Quadros quer transformar essa preocupação com formação em <strong><a title="Responsabilidade Social" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/responsabilidade-social/">responsabilidade social</a></strong>. A idéia é selecionar jovens e oferecer prática esportiva e cursos de tecnologia. &#8220;Queremos auxiliar o jovem para que ele possa, no futuro, estar preparado a enfrentar um processo de seleção das empresas de TI&#8221;, afirma. Para John Forman, diretor de capacitação e inovação da Softex, esse &#8220;é um dos grandes desafios que temos pela frente. Tenho visto algumas empresas nacionais usando tecnologia como ferramenta para resolver problemas de capacitação, mas pouco entre as de TI&#8221;, diz.</p>
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		<title>BRQ IT tem 100 vagas de estágio para TI</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 19:37:01 +0000</pubDate>
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Segundo a empresa, a primeira parte do processo vai selecionar os candidatos de acordo com suas competências técnicas e comportamentais. O processo deve auxiliar a encaminhar os estudantes de acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1380" class="wp-caption alignleft" style="width: 62px"><img class="size-thumbnail wp-image-1380" title="Imagem da matéria BRQ IT tem 100 vagas de estágio para TI publicada em Info Online em 01-03-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Info-Online_01-03-10-52x150.jpg" alt="Imagem da matéria BRQ IT tem 100 vagas de estágio para TI publicada em Info Online em 01-03-10" width="52" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria BRQ IT tem 100 vagas de estágio para TI publicada em Info Online em 01-03-10</p></div>
<p>A <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ IT Services</a></strong> informou a abertura de 100 vagas para a área de <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">tecnologia da informação</a></strong> em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.</p>
<p>Segundo a empresa, a primeira parte do processo vai selecionar os candidatos de acordo com suas competências técnicas e comportamentais. O processo deve auxiliar a encaminhar os estudantes de acordo com os cargos disponíveis.</p>
<p>Após a seleção, os estagiários vão passar por um intensivo de quatro semanas para aprender sobre o cargo e procedimentos da empresa. Nesse período a companhia deve pagar metade da bolsa salário, além do vale-transporte.</p>
<p>A próxima fase envolve trabalho com projetos reais, com o auxílio de tutores. A partir desse ponto o candidato passa a receber a bolsa integral. De acordo com a empresa, o programa tem dois anos de duração. Os estudantes devem passar por treinamentos progressivos.</p>
<p>&#8220;Todo este trabalho visa estabelecer um vínculo entre estes <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">profissionais</a></strong> e a empresa. Nesta área a especialização é primordial para <strong><a title="Política de Qualidade" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/politica-de-qualidade/">qualidade</a></strong> e sucesso dos projetos e, com certeza, ao término do período, os profissionais estarão mais bem preparados para a entrada no mercado de trabalho. Queremos que a BRQ seja uma empresa formadora de jovens profissionais, preparados para atender as demandas do mercado&#8221;, afirma Benjamin Quadros, presidente da BRQ.</p>
<p>Os interessados devem estar no penúltimo ano do curso e não é necessário ter experiência profissional. O valor inicial da bolsa é de R$ 800, além do vale-transporte e vale-refeição.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas até o dia 19 de março pelo e-mail <a href="mailto:rhsp@brq.com">rhsp@brq.com</a>. O assunto da mensagem deve ser “Programa Entry Point”.</p>
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		<title>2010 a hora e a vez da geração Y</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 13:52:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Com orçamentos mais enxutos, empresas procuram por jovens que acabam de sair da faculdade. Entre as carreiras em destaque estão as de especialista em ERP e mainframe, desenvolvedor Java e analista de Business Intelligence

É consenso que o setor de tecnologia da informação foi um dos menos afetados pela crise, principalmente no que diz respeito ao ritmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></p>
<div id="attachment_1397" class="wp-caption alignleft" style="width: 121px"><img class="size-thumbnail wp-image-1397" title="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/ComputerWorld_28-02-10-111x150.jpg" alt="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" width="111" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10</p></div>
<p>Com orçamentos mais enxutos, empresas procuram por jovens que acabam de sair da faculdade. Entre as carreiras em destaque estão as de especialista em ERP e mainframe, desenvolvedor Java e analista de Business Intelligence</p>
<p></em></p>
<p>É consenso que o setor de <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">tecnologia da informação</a></strong> foi um dos menos afetados pela crise, principalmente no que diz respeito ao ritmo de contratações. Apesar de muitos projetos congelados, as oportunidades de trabalho na área se mantiveram ao longo dos últimos 12 meses. No entanto, o mercado já não é mais o mesmo. As empresas passaram a traçar estratégias diferentes para contratar pessoal, o que acaba refletindo no tipo de perfil profissional cobiçado pelas organizações. Nunca se valorizou tanto a geração Y (pessoas nascidas entre a década de 80 e 90) como agora e a tendência é que 2010 seja o ano dessa turma. Com orçamentos mais enxutos, a procura tem sido por jovens que acabam de sair da faculdade. &#8220;As empresas estão optando por formar dentro de casa. Assim, evitam grandes gastos ao só buscar talentos sêniores e resolvem o problema da falta de profissionais no longo prazo&#8221;, afirma a gerente de RH da consultoria de recrutamento TopMind, Claudia Barranca. Prova disso é o número de oportunidades destinadas a profissionais em início de carreira.</p>
<p>Na empresa brasileira de serviços em TI CPM Braxis, das 1,2 mil vagas previstas para este ano, 700 delas são para estagiários e profissionais juniores (analistas, programadores e técnicos). &#8220;Nossa estratégia é permitir que as pessoas possam construir carreira aqui dentro&#8221;, afirma o gerente de <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">recursos humanos</a></strong> da companhia, Alexandre Ullmann. &#8220;Preferimos trazer profissionais menos experientes para serem treinados em aspectos técnicos, comportamentais e de negócios para então ocuparem cargos mais altos&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O mesmo acontece na consultoria de TI e negócios Elumini IT que, recentemente, abriu 100 posições para São Paulo e Rio de Janeiro. A maioria das vagas envolve web designers, analistas de desenvolvimento e de negócios. &#8221; Uma das iniciativas que vem ganhando força é o programa de trainee&#8221;, revela Andréa Lima, gerente de RH da Elumini. Essa ação tornou-se prioridade na companhia para a formação de futuros talentos. &#8220;Acabamos de efetivar duas pessoas e há mais cinco vagas que serão preenchidas&#8221;, informa.</p>
<h4>Os mais desejados em 2010</h4>
<div id="attachment_1398" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><img class="size-thumbnail wp-image-1398" title="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/ComputerWorld_28-02-10_1-110x150.jpg" alt="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" width="110" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10</p></div>
<p>As perspectivas de novas fusões e aberturas de capital (IPOs) por parte das empresas de tecnologia ao longo de 2010 vão refletir em novas contratações na área de TI. A previsão é de que o número de posições dobre nos próximos 12 meses, de acordo com a empresa de recrutamento Michael Page. Para o gerente da divisão de tecnologia da consultoria de RH, Ricardo Basaglia, a maior procura será por especialistas em software de gestão empresarial (<strong><a title="Serviços e Soluções - ERP" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/erp-enterprise-resources-planning/">ERP</a></strong>). Segundo ele, dois fatores contribuem para essa tendência. O primeiro é a necessidade de sistemas mais robustos por empresas que estão preparando a abertura de capital. O segundo deve-se à exigência de integração de sistemas no caso das fusões e aquisições ou um redesenho do que existe em cada uma das companhias envolvidas na transação. &#8220;Notamos grandes projetos de ERP que começam a ser &#8216;desengavetados&#8217; para suportar os futuros IPOs&#8221;, afirma o gerente da Michael Page. &#8220;Quem pretende abrir capital precisa, sem dúvida, se estruturar no aspecto tecnológico&#8221;, observa o especialista.</p>
<p>O sócio diretor da consultoria Accenture, Rodolfo Eschenbach, vai além. Na opinião dele, haverá também uma procura por especialistas que atuem em projetos de gestão ligados à TI verde. &#8220;A próxima onda dos ERPs terá como foco ferramentas de controles de carbono&#8221;, destaca. Eschenbach também aposta na busca por profissionais que dominem novas tecnologias, a exemplo das <strong><a title="Imprensa" href="http://www.brq.com/imprensa/">mídias</a></strong> sociais (Facebook, Twiner e os blogs). O executivo acredita que essa é uma área quente, já que existem dúvidas sobre como essas ferramentas podem favorecer as companhias. &#8220;Caberá aos profissionais tornar os sites mais inteligentes para o consumidor e torná-los uma alternativa de marketing ou de recrutamento para as empresas&#8221;, afinna.</p>
<div id="attachment_1399" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><img class="size-thumbnail wp-image-1399" title="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/ComputerWorld_28-02-10_2-110x150.jpg" alt="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" width="110" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10</p></div>
<p>Apesar do crescimento das mídias sociais, há um enorme espaço para especialistas em tecnologias mais antigas, segundo explica Claudia, da TopMind, como as linguagens Cobol e Delphi. &#8220;Existe também uma dificuldade imensa para achar quem entenda de <em>mainframe</em>, por exemplo, sobretudo porque no Brasil temos ainda uma grande base instalada nos <strong><a title="Clientes - Finanças" href="http://www.brq.com/clientes/clientes-financas">bancos</a></strong>&#8220;, destaca. &#8220;O trabalho de &#8216;caça&#8217; a esses profissionais é intenso&#8221;, acrescenta a executiva. Que o diga a <strong><a title="Clientes" href="http://www.brq.com/clientes/">IBM</a></strong>. Sai ano, entra ano e a empresa continua atrás de profissionais de TI. Os técnicos, aliás, representam o maior foco da companhia. E o perfil das vagas acaba sendo voltado para quem está em início de carreira. Segundo a gerente de recrutamento e seleção da fabricante, Adriana Vasconcelos, há também uma procura por especialistas em Unix, <em>storage</em>, banco de dados e suporte. &#8220;Mas há oportunidades para gerentes de projeto, em menor proporção&#8221;, informa Adriana. Esses profissionais, inclusive, estão entre os mais disputados no mercado. O especialista em RH da empresa de recrutamento Desix, André Assef, explica que há uma crescente preocupação com os escritórios de projetos, refletindo na necessidade que os profissionais entendam bem de PMO (<em>Program Management Office</em>), ou seja, da metodologia que vai garantir a <strong><a title="Política de Qualidade" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/politica-de-qualidade/">qualidade</a></strong> de entrega da TI.</p>
<h4>Balcão de oportunidades</h4>
<div>
<div>
<div id="attachment_1400" class="wp-caption alignleft" style="width: 121px"><img class="size-thumbnail wp-image-1400" title="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/ComputerWorld_28-02-10_3-111x150.jpg" alt="Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10" width="111" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria 2010 - a hora e a vez da Geração Y publicada em ComputerWorld em 28-02-10</p></div>
<p>As vagas abertas na CPM Braxis concentram-se nas seguintes áreas: Java, .Net e infraestrutura. Demanda que repete o cenário de 2009, o qual foi bastante positivo para a empresa. &#8220;Não paramos de contratar no ano passado, período que continuou aquecido para nós em volume de projetos&#8221;, conta Ullmann. De acordo com o executivo, o número de vagas abertas para 2010 é o mesmo, bem como a proporção das que permanecem em aberto por falta de mão-de-obra qualificada disponível no mercado se mantém entre 10% e 12%. Já na consultoria Elumini, o quadro é outro. Os sinais da crise foram percebidos e agora a empresa comemora a retomada de projetos, principalmente em <em>Business Intelligence</em> (BI) e <em>Business Process Management</em> (BPM). Cenário que leva a empresa a procurar por especialistas em linguagens de programação (Java, .NET, VB, ASP e SQL), e em BI. Para a empresa de serviços <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong>, que tem planos de contratar 400 pessoas em 2010, 65% das oportunidades serão destinadas às áreas técnicas, 25% a trainees, 5% à área administrativa e os outros 5% a gerentes. Entre os profissionais cobiçados, a companhia busca programadores, arquitetos, administradores de banco de dados (DBAs), estagiários, analistas de testes, consultores e analistas de sistemas júnior, pleno e sênior. &#8220;Vale destacar que a predominância é por analistas/especialistas&#8221;, ressalta o vice-presidente de operações da BRQ, Antônio Eduardo Rodrigues. Tanto que o executivo afirma que para cada quatro profissionais contratados, três são analistas, em sua maioria de nível pleno, focados nas tecnologias Java, .Net e <em>mainframe</em>.</div>
</div>
<div class="mceTemp">Quem está de olho em todos os níveis da pirâmide é a Kaizen, que atua no mercado de tecnologia e ano passado ficou em segundo lugar no i <em><strong><a title="Rankings" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/rankings/">ranking </a></strong></em>de 60 Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar, realizada pelo Instituto Great Place to Work, en <strong><a title="Parceiros" href="http://www.brq.com/parceiros/">parceria</a></strong> com ComputerWorld. O ritmo forte de projetos que já dá o tom ao início de 2010 obrigou a empresa a reforçar sua equipe. &#8220;Não podemos nos dar o luxo de investir na formação de talentos para longo prazo, já precisamos de gente qualificada agora&#8221;, explica o vice-presidente de serviços e gestão de talentos da Kaizen, Daniel Dystyler. A companhia acaba de abrir dez vagas para analistas e desenvolvedores de TI, com foco em duas áreas de serviços: <strong><a title="Serviços e Soluções - Fábrica" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/fabrica-de-codificacao-e-testes/">fábrica de software</a></strong> e infraestrutura (armazenamento de dados e backup). Com a expectativa de que os negócios cresçam entre 40% e 50%, Dystyler prevê um aumento de 20% a 30% no número de profissionais para este ano.</div>
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		<title>Nova marca, Velhos planos</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 16:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma nova marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais vendedores de TI para o mundo, seja software ou serviços, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1364" class="wp-caption alignleft" style="width: 122px"><img class="size-thumbnail wp-image-1364" title="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Information-Week_26-02-10-112x150.jpg" alt="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" width="112" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10</p></div>
<p>O mercado brasileiro de tecnologia da informação tem uma nova marca para identificar os esforços de exportação e facilitar a propaganda na hora de conquistar mercados pelo mundo afora. A iniciativa é um novo passo no plano de estabelecer o País como um dos principais vendedores de TI para o mundo, seja software ou <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços</a></strong>, e aprimorar a competitividade global das companhias nacionais. Em 2010, estima-se que as exportações brasileiras do setor cheguem a US$ 3,5 bilhões. Em 2006, elas representavam somente US$ 600 milhões.</p>
<p>A marca Brasil IT+ (lê-se IT, em inglês, plus), lançada em dezembro último, unifica a linguagem. A criação é da agência de <em>branding</em> Futurebrand e será usada tanto pelas empresas privadas como pelos órgãos do governo envolvidos em exportação de TI. As companhias e entidades oficiais já trabalhavam com uma estratégia de marca desde 2004, que trazia o nome do País com &#8220;z&#8221; e sem o símbolo matemático. No entanto, não havia uma padronização em seu uso e diversas iniciativas e materiais de propaganda do setor acabavam usando logotipos distintos para promover seus esforços comerciais no exterior. A nova caracterização visual pretende acabar com isto.</p>
<p>A marca foi criada de acordo com um <em>briefing</em> detalhado sobre o mercado brasileiro e os planos de exportação. Mas, a grande diferença em relação à antiga é o uso do símbolo de +. Ele representa a diversidade do setor, que é capaz de exportar um <strong><a title="Serviços e Soluções - ERP" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/erp-enterprise-resources-planning/">ERP </a></strong>para países latinos, abrigar centros de serviços de indústrias multinacionais, ser plataforma de terceirização para as globais e ainda conta com uma série de pequenas empresas que conquistam <strong><a title="Clientes" href="http://www.brq.com/clientes/">clientes</a></strong> no exterior com softwares de nicho e maior valor agregado. &#8220;Somos diferentes da Índia, que se estabeleceu como <em><strong><a title="Serviços e Soluções - AMO" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/amo-application-management-outsourcing/">outsourcing</a></strong></em>, e precisávamos mostrar isto com maior clareza para o mercado internacional&#8221;; aponta Antonio Carlos Rego Gil, presidente-executivo da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação).</p>
<p>A novidade agradou os executivos envolvidos com exportação de TI. &#8220;É uma operação complexa, que envolve união de empresas e<strong><a title="Clientes - Governo" href="http://www.brq.com/clientes/clientes-governo"> governo</a></strong>, além de muita estratégia. A marca mostra isso&#8221;, comenta o presidente da Stefanini IT Solutions, Marco Stefanini. A empresa é uma das maiores exportadoras brasileiras de TI, com atuação em 16 países e 125 clientes. Cerca de 20% de sua receita de R$ 670 milhões vem do exterior.</p>
<p>Para empresários, o selo Brasil IT+ vai facilitar a comunicação principalmente em eventos, nos quais há grupos de empresas distintas mostrando as soluções brasileiras. &#8220;A nova marca ajuda no trabalho de comunicação e marketing que ainda precisamos para vender o Brasil no exterior&#8217;; avalia o presidente da <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ IT Services</a></strong>, Benjamin Quadros. A companhia começou a operar nos Estados Unidos em 2003. Em 2008, ela <strong><a title="Imprensa" href="http://www.brq.com/brq-expande-operacao-no-setor-financeiro-no-brasil-e-nos-estados-unidos-com-duas-aquisicoes/">comprou a ThinkInternational</a></strong>, prestadora de serviços de TI para o mercado americano que havia faturado US$ 8 milhões no ano anterior. Com a negociação, vieram os funcionários e os clientes da empresa. &#8220;Mesmo assim, ainda precisamos sempre mostrar o que o Brasil tem de bom a oferecer&#8221;, comenta.</p>
<h4>Antigos Desafios</h4>
<div id="attachment_1365" class="wp-caption alignleft" style="width: 121px"><img class="size-thumbnail wp-image-1365" title="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Information-Week_26-02-10_2-111x150.jpg" alt="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" width="111" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10</p></div>
<p>Mas, se a marca Brasil IT+ chega para modernizar o marketing dos exportadores de TI, as barreiras para que as empresas ganhem maior competitividade continuam a ser as mesmas de uma década atrás, quando as primeiras iniciativas foram lançadas. &#8220;Conseguimos avanços, mas a TI ainda não está na pauta do governo como deveria&#8221;, critica o presidente da Totvs, Laércio Cosentino. Apoio do governo federal, dólar valorizado, isenção fiscal, encargos trabalhistas e investimentos em formação de <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">mão de obra qualificada</a></strong> são reivindicações antigas dos exportadores de TI. Essas dificuldades, principalmente o câmbio, têm se mostrado uma barreira para que o País consiga consolidar-se mundialmente.</p>
<p>A Matera Systems, que opera nos Estados Unidos junto com outras empresas reunidas na ActMinds Inc. viu a representatividade das exportações cair de 7% do faturamento para 4% nos últimos anos. &#8220;O dólar alto influenciou diretamente na competitividade da nossa oferta&#8221;, explica o presidente da Matera e da ActMinds, Carlos Augusto Leite Netto. Para fugir da pressão cambial, a provedora criou um centro em Maringá (PR) onde pode contar com mão de obra qualificada por um custo menor. Além disso, a Matera começou a trabalhar com oferta de produtos de maior valor agregado. Uma solução <em>multitouch</em> baseada em <em>Microsoft Sharepoint</em> e que transforma o computador numa espécie de imenso <em>iPhone</em> para facilitar a interface com sistemas corporativos tem sido o grande destaque da empresa em feiras internacionais. &#8220;Quando não se pode competir por preço, as empresas brasileiras precisam inovar&#8221;, diz Netto.</p>
<p>Esse tipo de capacidade empreendedora é o principal trunfo do Brasil no mercado externo de TI e que a marca Brasil IT+ pretende mostrar em 2010. Mas, além do marketing, a renovação da identidade é acompanhada de grandes planos capitaneados pelas entidades do setor. O mais abrangente deles está no envolvimento da iniciativa privada, governo, profissionais, universidades e mídia para divulgar a importância da tecnologia da informação para o País. De acordo com levantamento da Brasscom, o setor movimenta US$ 60 bilhões ao ano por aqui, o que coloca o Brasil como o oitavo maior mercado do mundo. Se o segmento de telecomunicações for agregado a essa conta, o volume transacionado sobe para US$ 140 bilhões.</p>
<p>A entidade estima que a TI represente 8% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no País, e empregue ao menos 2 milhões de trabalhadores, com um salário 2,5 vezes maior do que os vencimentos médios verificados no Brasil. Todos estes números serão apresentados tanto em eventos nacionais como internacionais para mostrar o que há por trás da vontade brasileira de exportar soluções tecnológicas.</p>
<p>Em 2010, o número de atividades que as empresas brasileiras participam deve aumentar. Ainda não há uma estimativa sobre quais serão, mas o plano é fazer a tecnologia nacional aparecer não apenas em eventos especializados em TI. A intenção é ampliar o leque para feiras de varejo, saúde e demais verticais da economia.</p>
<p>A Brasscom irá realizar um evento internacional de <em>outsourcing</em> no Brasil, em junho, com objetivo de posicionar o mercado local no circuito internacional de feiras de TI e promover a integração maior entre executivos estrangeiros com o cenário nacional. &#8220;Uma coisa é conhecer o Brasil lá de fora, outra é vir aqui e ver que o País não é só samba e futebol&#8221;; declara o presidente da associação. A entidade também abrirá um escritório nos Estados Unidos, além do de Washington. Chicago e São Francisco são as cidades estudadas.</p>
<h4>Condições</h4>
<div id="attachment_1366" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><img class="size-thumbnail wp-image-1366" title="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/03/Information-Week_26-02-10_3-110x150.jpg" alt="Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10" width="110" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria Nova Marcas, Velhos Planos, publicada em Information Week em 26-02-10</p></div>
<p>Contudo, para alcançar os arrojados planos, o País precisa promover a formação e especialização dos profissionais. Dentro desta perspectiva, o programa de educação a distância para técnicos de TI será expandido. Os cursos podem ser acessados pelo site da Brasscom e fornecem formação em várias especialidades. A associação com as Fatec e o Sistema S (Sebrae, Senai, Sesc, etc) tem garantido bolsas para estudantes interessados em tecnologia. Para o próximo ano, a iniciativa deve ser ampliada. As entidades do setor também prometem continuar a pressionar o governo para a melhoria do ambiente de negócios. O câmbio ideal é algo tido como inatingível, mas a carga tributária, a burocracia e os encargos trabalhistas serão alvo de muitas reuniões com o governo. Deve-se continuar os avanços conseguidos com a isenção do ISS (Imposto Sobre Ser-viços) e a MP do Bem.</p>
<p>A Softex promete criar um site para que a exportação de TI tenha um apoio na internet para a geração de negócios e o PSI-SW (projeto setorial integrado para exportação de software) será ampliado. Em 2009, ele destinou cerca de R$ 8 milhões para 120 empresas ganharem competitividade no exterior. Este valor será maior em 2010, mas ainda está em definição. &#8220;Mas já podemos garantir que o número de empresas participantes subirá para 200&#8243;, adianta o diretor de mercado da Softex, Djalma Petit. A entidade planeja passar o ano produzindo <em>white papers</em> sobre a TI brasileira e co-locando estes documentos na mídia internacional. &#8220;O setor está unido e a imagem do País nunca foi tão boa, por isso, vamos fazer tudo para aproveitar o bom momento e ganhar espaço&#8221;, finaliza Petit.</p>
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		<title>BRQ promove mudanças no quadro de executivos</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 12:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Márcio da Mata é o novo diretor de vendas e soluções, e Fábio Hasegawa assumiu o comando da nova diretoria de soluções especializadas da BRQ IT Services, uma das principais empresas de serviços de TI do país. Mata tem mais de 20 anos de experiência na área, já trabalhou na Sabesp, PWC e Stefanini. Hasegawa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_1359" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1359" title="Imagem da matéria BRQ promove mudanças no quadro de executivos publicada em Valor Econômico em 24-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/02/Valor-Economico_24-02-10-150x48.jpg" alt="Imagem da matéria BRQ promove mudanças no quadro de executivos publicada em Valor Econômico em 24-02-10" width="150" height="48" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria BRQ promove mudanças no quadro de executivos publicada em Valor Econômico em 24-02-10</p></div>
<p>Márcio da Mata é o novo diretor de vendas e <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">soluções</a></strong>, e Fábio Hasegawa assumiu o comando da nova diretoria de soluções especializadas da <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ IT Services</a></strong>, uma das principais empresas de serviços de TI do país. Mata tem mais de 20 anos de experiência na área, já trabalhou na Sabesp, PWC e Stefanini. Hasegawa atuou na Volkswagen, C&amp;C, Equifax e <strong><a title="Parceiros" href="http://www.brq.com/parceiros/">IBM</a></strong>.</div>
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		<title>Japoneses querem contratar serviços de desenvolvimento no País</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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 Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), expectativa é gerar negócios da ordem de R$ 3 milhões em três anos.
Representantes das empresas japonesas NIT (braço de tecnologia da seguradora Nissay) e Rococo visitaram o Brasil entre o fim de janeiro e o início de fevereiro para identificar potenciais parceiros para o [...]]]></description>
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<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1351" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/02/ComputerWorld_10-02-10-45x150.jpg" alt="" width="45" height="150" /> <em>Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), expectativa é gerar negócios da ordem de R$ 3 milhões em três anos.</em></p>
<p>Representantes das empresas japonesas NIT (braço de tecnologia da seguradora Nissay) e Rococo visitaram o Brasil entre o fim de janeiro e o início de fevereiro para identificar potenciais <strong><a title="Parceiros" href="http://www.brq.com/parceiros/">parceiros</a></strong> para o desenvolvimento de aplicativos. A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), que coordenou a aproximação, estima que esses encontros podem gerar negócios da ordem de 3 milhões de reais nos próximos três anos.</p>
<p> </p>
<p>Segundo comunicado divulgado pela Softex, o chairman da Nissay, Masatsugu Kohri considera que o fuso horário de 12h entre Brasil e Japão poderá trazer vantagens em relação à redução do tempo para desenvolvimento, testes e implantação, permitindo um ritmo de trabalho de praticamente 24 horas. A empresa também busca no Brasil <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços </a></strong>de monitoramento, manutenção e suporte remoto a servidores, reduzindo custos com o pagamento de horário noturno a técnicos japoneses.</p>
<p>Os encontros ocorreram em São Paulo e em Campinas (SP), com as seguintes empresas brasileiras: Business &amp; Solutions, especializada no desenvolvimento de aplicativos para o ramo de <strong><a title="Clientes - Seguros" href="http://www.brq.com/clientes/clientes-seguros">seguros</a></strong>; UBIK do Brasil, de projetos de infraestrutura de TI; consórcio Curitiba Global IT; Ogeda IT Solutions; <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong>; Stefanini; Algar Tecnologia e Ci&amp;T.</p>
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		<title>Vagas em TI</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A CPM Braxis, empresa de serviços de TI com sede em São Paulo, aumentou em 20% sua verba para anunciar vagas na internet em 2009. A companhia planeja recrutar este ano 1 500 pessoas para os cargos de programador, consultor e gerente de projeto, com salários de até 10 000 reais. E a maioria delas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1347" class="wp-caption alignleft" style="width: 57px"><img class="size-thumbnail wp-image-1347" title="Imagem da matéria Vagas em TI publicada em Você S/A Online em 09-02-10" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/02/Voce-SA-Online_09-02-10-47x150.jpg" alt="Imagem da matéria Vagas em TI publicada em Você S/A Online em 09-02-10" width="47" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem da matéria Vagas em TI publicada em Você S/A Online em 09-02-10</p></div>
<p>A CPM Braxis, empresa de <strong><a title="Serviços e Soluções" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços de TI</a></strong> com sede em São Paulo, aumentou em 20% sua verba para anunciar vagas na internet em 2009. A companhia planeja recrutar este ano 1 500 pessoas para os cargos de programador, consultor e gerente de projeto, com salários de até 10 000 reais. E a maioria delas deve chegar à empresa por meio dos anúncios feitos em sites de emprego especializados na área, como Apinfo, Ceviu e e-Panelinha.</p>
<p>“Hoje, contratamos mais gente pelos sites do que por indicação ou por meio de headhunter”, diz Alexandre Ullmann, gerente de recrutamento da CPM. Esses sites oferecem aos empregadores acesso a grandes comunidades de <strong><a title="Recursos Humanos" href="http://www.brq.com/recursos-humanos/">profissionais</a></strong> de informática e têm crescido por causa do aquecimento no setor. Nos últimos seis anos, o mercado de trabalho em tecnologia mais que triplicou no Brasil.</p>
<p>Hoje, as empresas de TI empregam 1,7 milhão de pessoas e até 2011 devem recrutar mais 100 000. “Esses sites centralizam a maioria das vagas no setor”, diz Alexandre Campos, gerente da consultoria IDC, em São Paulo. Até as consultorias de recursos humanos usam essa ferramenta. O consultor de recrutamento em TI Leonardo Martins, da ITJobs, de São Paulo, procura candidatos em 15 endereços na rede. “Mesmo para cargos muito específicos consigo reunir de 20 a 30 bons currículos”, diz. Ele costuma recorrer ao NetCarreiras, voltado para especialistas em Java, e ao Ceviu, de Minas Gerais.</p>
<p>Criado em 2006 por um grupo de ex-alunos de computação de Belo Horizonte, o site mineiro registrou 5 500 visitas diárias em 2009 e anunciou 32 000 vagas. O conteúdo é gratuito, mas, para ter acesso a todas as vagas, é necessário pagar uma assinatura trimestral de 59 reais. O Apinfo, um dos mais conhecidos no setor, todo mês divulga cerca de 3 800 novas vagas gratuitamente.</p>
<p>O número de visitas diárias ao site cresce 20% ao ano e hoje são mais de 30 000. “Muitos profissionais da área são contratados por períodos curtos e sempre buscam trabalho, por isso o movimento é grande”, diz Fernando Matos, criador do site. O paulista Fábio Eduardo Moniz, de 34 anos, mudou de emprego duas vezes com a ajuda do Apinfo. Em novembro do ano passado, Fábio foi contratado como gerente de projeto da <strong><a title="Sobre a BRQ" href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong>, prestadora de serviços de TI, com um aumento salarial de 15%.</p>
<p>“Em vez de cadastrar meu currículo e esperar respostas, pesquisei e me candidatei para as vagas que me interessaram”, diz Fábio. A BRQ recruta cerca de 100 profissionais por mês com a ajuda da internet.</p>
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		<title>Desoneração da folha de pagamento frustra exportadores de softwares</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 18:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ</dc:creator>
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		<category><![CDATA[redução de impostos]]></category>
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		<description><![CDATA[Experiência piloto não reduz custos nem traz competitividade ao setor
Verdadeiro mantra do empresariado brasileiro, a tão sonhada desoneração da folha de pagamento não deu certo, em sua experiência piloto, para os exportadores de software. Criada com a nova política industrial, em maio de 2008, a desoneração do setor foi considerada pelo governo como um modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1342" title="OGloboRJ_100110" src="http://www.brq.com/wp-content/uploads/2010/01/OGloboRJ_100110-105x150.jpg" alt="OGloboRJ_100110" width="105" height="150" />Experiência piloto não reduz custos nem traz competitividade ao setor</h4>
<p>Verdadeiro mantra do empresariado brasileiro, a tão sonhada desoneração da folha de pagamento não deu certo, em sua experiência piloto, para os exportadores de software. Criada com a nova política industrial, em maio de 2008, a desoneração do setor foi considerada pelo governo como um modelo que poderia ser seguido em outros setores. Por causa da burocracia em sua regulamentação, a redução dos impostos só saiu em setembro de 2009. E os resultados em seus três primeiros meses são ínfimos. Em geral, as empresas conseguiram obter uma redução de apenas um ponto percentual na folha de pagamento, ou seja, a contribuição patronal do INSS cai de 20% da folha de salários para 19%.</p>
<p>— A folha pesa entre 30% a 40% dos custos totais das em-presas de software, a redução de custos em relação à receita bruta da empresa fica entre 0,3% e 0,4%, ou seja, não traz ganho de competitividade — afirma Roberto Mayer, presidente da seção paulista da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação (Assespro).</p>
<p>Medida não vale para vendas entre firmas do mesmo grupo</p>
<p>Ele lembra que a redução da alíquota de 20% para 10% só se aplica à parcela do faturamento destinada ao mercado externo. — Em geral, as cerca de 80 a 90 empresas brasileiras que exportam obtém do mercado externo só 10% de suas receitas.</p>
<p>Além disso, a redução do imposto não leva em conta a venda ao exterior para empresas da mesma companhia, ou seja, a exportação entre unidades de um mesmo grupo. — Esse é o grande mercado, entre empresas do mesmo grupo. Não temos uma marca tão forte como a Índia, que virou referência mundial no setor, para atrair empresas sediadas em outros países — explicou o advogado Maurício Tanabe, sócio do escritório Tozzini, Freire Advogados, que já viu clientes desistirem da desoneração depois de entender seu mecanismo.</p>
<p>0 empresariado nacional também reclama que o benefício foi mal direcionado: — E uma redução pequena, embora positiva, mas temos que lembrar que 80% da exportação brasileira de software é realizada por três multinacionais — disse Benjamin Quadros, dono da <strong><a href="http://www.brq.com/sobre-a-brq/">BRQ</a></strong>, terceira maior exportadora brasileira de software.</p>
<p>Ele lembra que as exportações brasileiras de software variam entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões por ano. Benito Paret, presidente do Sindicato das Em-presas de Informática do Estado do Rio de Janeiro (Seprorj), afirma ainda que o governo, com a medida, puniu as pequenas empresas brasileiras, que não têm o benefício e competem, no mercado interno, com o software importado.</p>
<p>Marcos César Amador Alves, do escritório Amador Alves Advogados e presidente da Comissão de Direito Empresarial dà OAB-SP, lembra que a medida é um passo no caminho correto, embora tímido:</p>
<p>— Os tributos sobre a folha de pagamento oneram mais que os direitos trabalhistas.</p>
<p>A gigante indiana Tata sentiu reduções de só 1% na folha, já que exporta apenas 10% de sua produção:</p>
<p>— Não podemos dizer que ganhamos competitividade — diz Cesar Castelli, presidente da Tata Consultancy Services (TCS) do Brasil. A líder brasileira de software, Totvs, reclama do benefício, por ter sua produção voltada ao mercado interno.</p>
<p>Valorização do real anula ganhos com a medida</p>
<p>Marco Stefanini, da Stefanini, maior exportadora brasileira de software, acredita que a medida é boa, embora tenha que ser vista como um primeiro passo para dar competitividade internacional ao setor: — Só a valorização do real já comeu, com sobras, eventual ganho com a medida, inclusive de quem exporta muito — afirmou o executivo, cuja empresa, de sete mil empregados, faturou R$ 650 milhões em 2009 e deve crescer até 30% neste ano.</p>
<p>O governo não comenta o resultado. Tanto o Ministério da Fazenda como a pasta de Desenvolvimento afirmaram não ter pessoas disponíveis para avaliar a medida, considerada uma obsessão por parte da equipe econômica para dar mais competitividade ao país.</p>
<p>Mesmo sem sentir os efeitos benéficos da medida, o setor está aquecido e vive uma fase de consolidação. 0 BNDES elevou os recursos para o setor de R$ 1 bilhão para R$ 4 bilhões, que são direcionados para o Prosoft. Segundo o chefe do departamento de Indústria Eletrônica do banco, deste total, R$ 1,6 bilhão já foi aprovado e estão sob análise projetos de compra ou modernização que somam R$ 3 bilhões:</p>
<p>— Podemos ser, em 2012, o segundo maior exportador mundial, atrás apenas da Índia.</p>
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