17 de junho de 2016 Marketing BRQ

ABES cobra empresários mais ação no combate ao uso de software pirata no Brasil

A Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes) quer mobilizar os empresários para o uso do software legal e lançou, essa semana, uma campanha, batizada de “O meu sonho eu não arrisco”, com o objetivo de ampliar o entendimento sobre o alto risco do uso de softwares ilegais em seus negócios. A proposta da entidade é mobilizar o empresário a fazer a sua parte e fiscalizar o uso do software pirata dentro do seu negócio.

A campanha apresenta vídeos em tom de depoimento de quatro empresários do setor de TI: Jorge Sukarie, da Brasoftware; Benjamin Quadros, da BRQ; Fabio Camara, da FCamara, e Luis Carlos Nacif, da Microsocity. A campanha será compartilhada por entidades como o Instituto ETCO, o Movimento Brasil Competitivo, a FIESP e outros parceiros da ABES. A estimativa é que a iniciativa venha a atingir 10,7 milhões de pessoas Facebook, LinkedIn, Twitter e Youtube.

A proposta também é a de ampliar as denúncias sobre o uso de software legal por meio da ferramenta denunciepirataria.org.br, onde qualquer pessoa pode denunciar anonimamente comerciantes, vendedores e usuários de programas piratas. Pesquisa recente feita pela BSA mostra que, no Brasil, o percentual de uso de software não licenciados em 2015 foi de 47%, índice três pontos percentuais abaixo do registrado para o país na edição anterior do estudo, realizada pela BSA em 2013.

Mostra ainda que o uso do software não licenciado é elevado em setores considerados críticos como o bancário e o de valores mobiliários, com 25%. O estudo também destaca que os CIOs estimam que 15% dos funcionários instalam software na rede sem que eles fiquem sabendo. No entanto, eles estão subestimando o problema, já que quase o dobro dessa quantia, 26% dos funcionários, afirmam instalar software não autorizado na rede corporativa.

Na campanha, o presidente da BRQ, Benjamin Quadros, deixa claro que, hoje, no Brasil é importante não ser mais tolerante com a informalidade. “Fazer a coisa certa é difícil,mas dá retorno. Usar software pirata como patrão é péssimo”.

Fonte: Convergência Digital

Clique aqui e confira o depoimento de Benjamin Quadros, presidente da BRQ.

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